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Chá de Assa-peixe para Tosse

Em tempos secos e frios muitas pessoas começam a experienciar uma tosse persistente, sem catarro. Comumente essa tosse tira nosso sono e pode até ferir nossa garganta ou causar uma dor nos pulmões. Por isso, tratamentos naturais são muito utilizados para parar com esse sintoma.

O chá de Assa-peixe é um ótimo chá para aquela tosse seca que não vai embora. A receita do chá é conforme recomendação da ANVISA e pode é feita com as folhas do Assa-peixe, a Vernonia polyanthes. Este chá, além de ser um remédio para tosse persistente, ainda é eficaz em casos de bronquite. Confira abaixo a receita.

Chá de Assa-peixe

Ingredientes:

  • 3g (uma colher de sopa) das folhas de Assa-peixe
  • 150 mL (uma xícara de chá) de água

Modo de Preparo: Prepare uma infusão com as folhas. Ferva a água e desligue o fogo, só então acrescente o Assa-peixe e deixe descansando. Tampe o recipiente, por alguns minutos.

Faça gargarejos e, em seguida, beba uma xícara do chá. Faça isso três vezes ao dia. Não deve ser utilizada durante a gravidez e lactação.

Conheça as propriedades do Assa-peixe.

Conheça os benefícios da planta Assa-peixe.

Benefícios da Assa-peixe

A Vernonia polyanthes é comumente chamada de Assa-peixe. Porém, possui diversos outros nomes populares, como Assa-Peixe-Branco, Cambará-Branco, Cambará-Açú, Alecrimdo-Campo, Assa-Peixe Roxo, Chamarrita, Assa-Peixe-do-Pará, Erva-Preá, Cambará Guaçu, Cambarazinho, Casca-Preta, Tramanhém, Erva-de-Mula, Mata-Pasto e Salsa-da-Praia.

Esta planta possui ocorrências em países como México, Belize, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, dentre outros. Ela cresce nativamente no Brasil, e é comum em áreas do cerrado. As áreas utilizadas da Assa-peixe são as folhas, brotos e flores, usadas para chás.

A Assa-peixe é uma planta arbórea, que mede aproximadamente 2,5 metros de altura. Ela é ramificada, as folhas são verdes e alternadas, suas flores são esbranquiçadas e rosadas. Na época de inflorescência, apresenta um grande volume de flores, o que causa um aroma característico da planta.

Esta planta é facilmente de ser confundida com outras, pois a aparência é comum. A Vernonia rubriramea e Vernonia westiniana são espécies passíveis de confusão, uma vez que possuem aspectos em comum, até mesmo nas características mais interiores.

A Assa-peixe cresce em terrenos baldios, na beira de estradas, quintais, perto de esgoto, etc. Ou seja, é uma planta que não precisa de preparação do terreno para prosperar, pois cresce em qualquer lugar, mesmo nos mais despreparados. Por isso, também é uma boa opção para chás, já que é facilmente encontrada.

É uma planta rica em sais minerais. Tem ação diurética, balsâmica e expectorante. Ela também é utilizada para combater infecções da pele, dores musculares e alterações no útero.

O uso mais comum da Assa-peixe é, com certeza, para tratar doenças respiratórias. A gripe, pneumonia, bronquite e tosses são algumas complicações tratáveis com o chá de Assa-peixe. A ação expectorante limpa o pulmão, ajudando a eliminar algo que estivesse possivelmente fazendo mal. Para os problemas respiratórios são feitos chás. Porém, para afecções do útero, são recomendados banhos de assento.

Apesar da Assa-peixe ser encontrada facilmente, o seu uso deve ser recomendado por um fitoterapeuta, nutricionista ou mesmo médico. Isso porque esta planta pode ser perigosa se utilizada por mulheres grávidas e em fases de amamentação.

Da Vernonia polyanthes são extraídos extratos líquidos, extratos secos, extratos brutos, seja ele bruto ou de farmacógenos em separado, além de óleos essenciais. Os óleos essenciais são utilizados para passar na pele, livrando-a de infecções.

Estudos realizados com as folhas de Assa-peixe indicaram a presença de alcaloides, flavonoides, antraquinonas, cumarinas, saponinas, terpenos e taninos nos extratos. O governo, em sua monografia acerca da Assa-peixe, dá diversas recomendações sobre o uso da planta, de acordo com o problema abordado.

O Xarope, infusão e suco podem ser usados para tratamento de gripe, tosse, tuberculose, sinusite. Já a maceração das folhas pode sim ser utilizada por mulheres grávidas, mas não para o uso dela, e sim do seu filho. Deve-se utilizar as folhas mastigadas por uma mulher grávida de seu primeiro filho e dar ao bebê juntamente com o leite materno, para tratamento de “Pujo” (para tratar problemas de má visão). A decocção dos brotos é utilizada para expulsar placenta retida.

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