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Sintomas e Tratamento da Gripe H1N1

A gripe H1N1, chamada de Influenza A ou Gripe Suína está assustando a todos em 2016 com novo surto, onde várias mortes pela ação do vírus já foram confirmadas.

Este ano a gripe chegou mais cedo do que o de costume, o que significa que o surto ainda tem chances de piorar quando o inverno chegar.

“A letra H refere-se à proteína hemaglutinina e a letra N à proteína neuraminidase. Este subtipo deu origem, por mutação, a várias estirpes, incluindo a da gripe espanhola (atualmente extinta), estirpes moderadas de gripe humana, estirpes endêmicas de gripe suína e várias estirpes encontradas em aves (aviária)” Wikipedia

Em 2009 a gripe foi chamada de gripe suína pois foi uma doença respiratória de porcos que foi transmitida a humanos. A gripe H1N1 de 2016 é transmitida de pessoa para pessoa.

Transmissão e Contagio

Gripe H1N1

Gripe 2016

A gripe H1N1 é contagiosa e é preciso que a população esteja ciente dos riscos e modos de contaminação para que a prevenção seja feita com eficiência.

A forma de transmissão do vírus é de pessoa para pessoa, através da saliva, e mesmo gotículas que saem ao falar, tossir, espirrar são causas da transmissão. Para evitar a proliferação da doença é indispensável que as pessoas evitem contatos com pessoas doentes, ou façam uso de máscaras.

As mãos podem ser consideradas o vetor desta doença, pois com as mãos você toca em locais que podem estar contaminados como maçanetas, torneiras, descargas, apoio de ônibus e depois passa em mucosas, como boca e olhos e a contaminação ocorre. O vírus pode sobreviver nestes ambientes por até 10 horas.

Sintomas

Os sintomas da H1N1 se assemelham ao de uma gripe comum e um resfriado e é por este motivo também que os hospitais estão lotados, pois as pessoas não estão sabendo qual a diferença de uma gripe comum para a gripe H1N1.

Os sintomas são febre alta (acima de 38º), tosse, dor de garganta, dor no corpo, falta de ar, coriza, perda de apetite, e em alguns casos, náusea e vômitos. A gripe também pode evoluir para pneumonia.

Diagnóstico

O diagnóstico é feito através do exame clínico e de exame de sangue, porém como se trata de um vírus mutante, este diagnóstico pode ser mais difícil.

Tratamento

O tratamento da H1N1 começa com repouso, boa alimentação e hidratação. Se os sintomas piorarem e caracterizar a doença, o tratamento com antiviral deve ser iniciado de preferência nas primeiras 48 horas para que tenha mais efeito e possibilidade de cura e para que não se agrave.

Remédio

O antiviral mais usado tem sido o Tamiflu (fosfato de oseltamivir) e Relenza (zanamivir) estes remédios normalmente não são vendidos em farmácias pois são baratos, mas nesta época algumas farmácias tem elevado o preço e mesmo assim tem faltado. Mas nos postos de saúde (rede pública) é fácil encontrar. Todos os brasileiros tem direito ao atendimento pelo SUS e mesmo que sua receita seja de um médico particular você pode pegar o remédio nas UBS (Unidade Básica de Saúde).

Vacina

A vacina contra a gripe H1N1 estará a disposição nos centros de saúde pela rede pública (SUS) a partir do dia 30/04/2016 que foi a data que os laboratórios informaram que seria possível entregar os lotes. Antes disso, a vacina pode ser encontrada na rede privada como laboratórios.

Existe a vacina trivalente e tetravalente, esta última está imunizando contra um tipo de influenza B que não é encontrado no Brasil. Os efeitos da vacina começam cerca de três semanas da aplicação da dose.

A vacina não tem reação, e não faz ficar gripado, o que pode acontecer é sentir dor local e um mal estar passageiro, os benefícios são muito maiores.

Quando Procurar o Médico

Muitos médicos tem pedido para a população evitar ir aos hospitais, pois muitas pessoas sadias estão correndo risco de pegar a doença no ambiente hospitalar e os serviços de saúde não estão dando conta de atender todas as pessoas que acreditam estar infectadas.

Mas um grupo grande de pessoas tem sim que ficar alarmado e procurar o atendimento médico imediatamente (máximo 48 horas do início dos sintomas). O grupo de risco inclui crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas.

Os demais devem se proteger, alimentar bem e hidratar e manter o repouso e aguardar um pouco mais, mas manter alerta para os sintomas e agravamento, e em caso de piora procurar atendimento médico.

Mas toda a população pode se proteger com a vacina, se você não fizer parte do grupo prioritário do governo, pode se vacinar na rede particular.

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